Editora: Europa-América
Colecção: Clássicos
N.º Páginas: 460
ISBN: 9721044202
Categoria: Romance Clássico
Sinopse:
Publicado pela primeira vez em 1860-1861, Grandes Esperanças é um dos romances mais sérios de Charles Dickens. É impossível escapar ao poder de sedução desta obra poderosa e violenta, de onde não estão ausentes nem a sátira nem o humor. Tal como um romance policial, o mistério apodera-se da nossa atenção e a revelação da sua verdade psicológica e moral mantém-nos em suspenso até ao derradeiro momento. hipnotizados pela voz de Pip e guiados pela sua memória, vamos desvendando o segredo das suas «grandes esperanças» e testemunhando o encontro de um homem consigo próprio.
Opinião:
"Grandes Esperanças" narra a história de um menino orfão, Pip, que é criado modestamente pela sua irmã mais velha e o seu cunhado, o ferreiro Joe. A uma determinada altura da sua vida, Pip é provido de grandes esperanças, ganhando dinheiro e bens de um indivíduo que se mantém icognito e altera totalmente a sua vida. Desta forma sai de Richmond e parte para Londres onde é educado de acordo com a sua nova condição económica e social.
O livro encontra-se dividido em três partes narrados pela própria personagem. A primeira parte fala-nos da infância de Pip até que ele é dotado das suas grandes esperanças; a segunda mostra-nos como Pip se torna um cavalheiro e descobre o seu benfeitor; a terceira fala-nos do processo de transformação interior do protagonista como consequência dos acontecimentos decorridos ao longo da sua vida.
Durante a leitura deste livro, a primeira parte foi bastante aborrecida, a segunda fluiu um pouco melhor mas foi na terceira parte que o livro ganhou vida para mim. Apesar da narrativa, a meu ver, ter sido inicialmente bastante lenta, gosto da escrita poética de Dickens e das reflexões que ele faz ao longo do romance.
Dickens, através deste livro, levanta algumas questões que seriam uma preocupação naquela época: a desordem, a sujidade e os perigos da cidade de Londres quando comparados com a tranquilidade de Richmond; a situação dos reclusos em Inglaterra no século XIX, onde muitos deles eram deportados com a finalidade de colonizar terras desertas como a Austrália, em condições bastantes adversas, sem a possibilidade de voltarem novamente ao seu país (condições estas que se encontram bem detalhadas no livro Nunca me esqueças de Lesley Pearse); a falta de oportunidades e a injustiça praticada a indivíduos de condições sociais mais baixas; a falta de valores morais pelas pessoas independentemente do estrato social a que se encontre.
Apesar de ter-me custado a entrar no romance, penso que é uma leitura agradável para quem aprecia clássicos.
3* - Gostei
"Grandes Esperanças" narra a história de um menino orfão, Pip, que é criado modestamente pela sua irmã mais velha e o seu cunhado, o ferreiro Joe. A uma determinada altura da sua vida, Pip é provido de grandes esperanças, ganhando dinheiro e bens de um indivíduo que se mantém icognito e altera totalmente a sua vida. Desta forma sai de Richmond e parte para Londres onde é educado de acordo com a sua nova condição económica e social.
O livro encontra-se dividido em três partes narrados pela própria personagem. A primeira parte fala-nos da infância de Pip até que ele é dotado das suas grandes esperanças; a segunda mostra-nos como Pip se torna um cavalheiro e descobre o seu benfeitor; a terceira fala-nos do processo de transformação interior do protagonista como consequência dos acontecimentos decorridos ao longo da sua vida.
Durante a leitura deste livro, a primeira parte foi bastante aborrecida, a segunda fluiu um pouco melhor mas foi na terceira parte que o livro ganhou vida para mim. Apesar da narrativa, a meu ver, ter sido inicialmente bastante lenta, gosto da escrita poética de Dickens e das reflexões que ele faz ao longo do romance.
Dickens, através deste livro, levanta algumas questões que seriam uma preocupação naquela época: a desordem, a sujidade e os perigos da cidade de Londres quando comparados com a tranquilidade de Richmond; a situação dos reclusos em Inglaterra no século XIX, onde muitos deles eram deportados com a finalidade de colonizar terras desertas como a Austrália, em condições bastantes adversas, sem a possibilidade de voltarem novamente ao seu país (condições estas que se encontram bem detalhadas no livro Nunca me esqueças de Lesley Pearse); a falta de oportunidades e a injustiça praticada a indivíduos de condições sociais mais baixas; a falta de valores morais pelas pessoas independentemente do estrato social a que se encontre.
Apesar de ter-me custado a entrar no romance, penso que é uma leitura agradável para quem aprecia clássicos.
3* - Gostei













