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A Paixão de Jane Eyre

Autor: Charlotte Brontë Editora: Inquérito Colecção: Os melhores romances dos melhores romancistas N.º Páginas: 385 Categoria: Clássico Sinopse: Jane Eyre é uma obra-prima da literatura inglesa, a autobiografia ficcionada de uma jovem que, depois de uma infância e adolescência desprovidas de afecto, se torna preceptora em Thornfield Hall e se apaixona pelo seu proprietário, Mr. Rochester. Plenamente correspondida nos seus sentimentos, Jane julga ter encontrado o amor por que ansiara toda a vida, mas Thornfield Hall esconde um segredo tenebroso que ameaça ensombrar a sua felicidade. Numa atmosfera misteriosa e inesquecível, acompanhamos esta heroína de espírito puro e apaixonado, que trava uma luta interior constante para se manter fiel às suas convicções e a si própria. Jane Eyre tem agora uma nova versão cinematográfica, com Mia Wasikowska, Michael Fassbender e Judi Dench nos principais papéis. (Fnac) Opinião: Comprei o livro à cerca de um ano por ter visto um fil...

As próximas leituras

Como a Carlinha da Atmosfera de livros, tenho imensos livros em casa e, no entanto, a tendência é comprar mais e mais. Tal como ela, seleccion ei uma lista de 10 livros para ler de seguida, até para ver se aumento um pouco o ritmo de leitura, embora o tempo seja cada vez mais restrito. Mas não há nada como desafiarmos a nós próprios.                                                   (Foto retirada da net) - O Anjo Branco , José Rodrigues dos Santos - O Deus das pequenas coisas , Arundhati Roy - As vinhas da ira , Jonh Steinbeck - As Brumas de Avalon II - A rainha suprema , Marion Zimmer Bradley  - O Crime do Padre Amaro , Eça de Queirós - Grandes Esperanças , Charles Dickens - Cisnes Selvagens , Jung Chang - Nudez Mortal , J.D. ...

Meros Espectadores?

" ...talvez isto é que seja o destino, sabermos o que vai acontecer, sabermos que não há nada que o possa evitar e ficamos quietos, olhando, como puros observadores do espetáculo do mundo, ao tempo que imaginamos que este será também o nosso último olhar, porque com o mesmo mundo acabaremos,..."                                                    José Saramago, O ano da Morte de Ricardo Reis                                                           ...

O Ano da Morte De Ricardo Reis

Autor: José Saramago Editora: Público Colecção: Mil Folhas N.º Páginas: 351 ISBN: 8481304964 Categoria: Romance Sinopse: O Protagonista da história é Ricardo Reis, um dos heterónimos de Fernando Pessoa, que desembarca em Lisboa em 1936, vindo do Brasil, onde se havia refugiado por motivos políticos. Reis é médico, abre um consultório para tentar a sua reinserção na sociedade, frequenta duas senhoras, Um filho nascerá após a sua morte, que ocorrerá em 1936. Este Trágico ano é o verdadeiro protagonista do livro. É o ano em que ocorrem factos terríveis: as camisas verdes dos salazaristas aliam-se às camisas negras, castanhas, azuis dos fascistas, nazis e falangistas. Grassa a guerra da Etiópia. Uma revolta militar conduz Espanha à guerra civil. O personagem Ricardo Reis, espectador e testemunha destes graves acontecimentos, consegue, através da extraordinária capacidade de efabulação de Saramago, prender o leitor e transportá-lo ao clima sombrio daquela época. Op...

Mais Aquisições

O Modelo está com algumas promoções nos livros. Não consegui resistir. Tive que me conter para não trazer mais livros que queria ler, mas tenho primeiro que dar vagar aos que tenho cá em casa. Mais uma vez, adquiri dois livros que ouvi críticas muito boas: "O Amor em Tempos de Cólera", de Gabriel García Márquez e "O Segredo da Casa de Riverton" de Kate Morton. 

Últimas Aquisições

Ofereceram-me o Anjo Branco que será uma das minhas próximas leituras. Ao passar pela loja de livros em segunda mão ao pé do meu trabalho não resisti e comprei os cisnes selvagens, um livro que tenho bastante curiosidade por ser um prémio nobel e por falar da cultura chinesa que pouco conheço e sobre a qual nunca li nada.

Quando se levantará o nevoeiro em Portugal?

  NEVOEIRO      Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristecer – Brilho sem luz e sem arder, Como o que o fogo - fátuo encerra. Ninguém sabe que coisa quer, Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro... É a hora! Fernando Pessoa, Mensagem