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Estrela Errante


Autor: Jean-Marie Gustave Le Clézio
Editora: Dom Quixote
Nº Páginas: 290
ISBN: 9789722037129
Categoria: Romance Histórico






Sinopse: Esther descobre o que pode significar ser judia em tempo de guerra: após uma adolescência serena, vai conhecer o medo, a humilhação, a fuga pelas montanhas e a morte do pai.

Terminada a guerra, Esther parte para o jovem estado de Israel. Mas a Terra Prometida não lhe vai proporcionar a paz: à chegada terá um encontro com Nejma, que deixa o seu país com as colunas de palestinianos rumo aos campos de refugiados.

Esther e Nejma, a judia e a palestiniana, nunca mais deixarão de pensar uma na outra.

Estrela Errante é a descrição de uma viagem rumo à consciência de si mesmo.
Um romance onde Le Clézio glorifica as mulheres e denuncia o absurdo da guerra.

Opinião:  Uma história tocante, onde Le Clézio dá voz a duas religiões diferentes através de duas raparigas que foram vítimas de Guerra: Esther, uma rapariga judia que vivenciou a segunda guerra mundial e o período pós-Guerra, e Nejma, uma palestiniana enviada para um campo de refugiados. Duas forças da natureza que se encontram apenas durante uns segundos, mas que têm muito em comum. Neste livro, o autor mostra a força das mulheres e as cicatrizes que a guerra deixa mesmo alguns anos após esta terminar.

Classificação: 4 - Gostei Muito

Comentários

  1. Olá, boa sorte para o blog que inicias agora!
    Este livro parece-me muito interessante, gosto destes temas e acho que o vou pedir à biblioteca.
    Boas leituras!

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  2. Olá. Obrigada.

    Le Clézio é um autor Francês a quem foi atribuido um prémio Nobel da Literatura em 2008.

    Eu pessoalmente gostei bastante do livro não só porque sempre tive uma tendência para ler romances históricos sobre a 2ª Guerra Mundial mas também por o autor ter uma escrita agradável.

    ResponderEliminar
  3. Também concordo, a escrita de Le Clézio nem parece de um Premio Nobel, pois torna-se fácil a sua leitura. Adorei a obra, sobretudo porque o autor não faz juízos de valor, não condena nem o povo judeus nem o povo palestinianos, aqui quem é duramente criticado são os líderes políticos mundiais, esses sim, responsáveis por todas as guerras que existem e existiram no nosso planeta

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